SAUDEANIMAL
Terça-feira, Outubro 26, 2010
Por que fazer um curso pela internet
Segunda-feira, Agosto 09, 2010
O que faz um Veterinário?
Na visão de 90% da população o Veterinário é o médico dos animais, existe inclusive o preconceito que o veterinário não pode atender somente uma espécie animal, digo isso porque já fui vitima desse preconceito, temos que atender: peixe, urubu, tatu, cobra e tudo mais que pertencer ao reino animal se por acaso o veterinário se restringir a uma espécie animal ele não é especialista, é taxado de incompetente e de que não sabe nada, essa é a visão que esse profissional tem, não sei se por falta de informação da população ou se por falta de união da categoria, já que muitos criticam uns aos outros, usam de praticas mercantilistas enfim não é das classes mais unidas. Deixando isso tudo de lado e voltando para função do profissional o médico veterinário tem uma função muito importante na sociedade já que é o responsável pela inspeção e fiscalização de todos os produtos de origem animal (carne, leite, queijo, iogurte, etc...), além de fazer parte da vigilância sanitária(Fiscalizar supermercado, açougue, vigilância dos animais de ruas, etc..) então não só de animais vive um veterinário, ele também atua no bem estar da população em geral quando isso não ocorre cuidado: ao consumir carne de açougue, comer cachorro quente na rua, comprar enlatados em supermercados, cuidado com aquele cão de rua, aquele morcego que fica rondando sua casa, enfim o veterinário participa diretamente na saúde da população inclusive o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) pretende incluir o veterinário nesses programas de saúde dos municípios, pois quem melhor que o veterinário para combater as zoonoses (doenças transmitidas entre animais e homens) e orientar quanto a sua prevenção.
Ficou curioso com o papel do veterinário e quer conhecer mais? visite:
www.eticavet.blogspot.com
Quarta-feira, Agosto 15, 2007
Quinta-feira, Agosto 09, 2007
Dica
Quarta-feira, Maio 09, 2007
Desabafo
Vetar antibiótico não é a melhor solução
Vetar antibióticos não é, exatamente, a melhor solução – afirmam pesquisadores da Geórgia (EUA)
Campinas, 9 de Maio - Matéria que acaba de ser publicada no site da AVMA – Associação Americana de Medicina Veterinária comenta que banir os antibióticos da produção animal, como vem sendo feito em várias partes do mundo, não é tão eficiente como pretendem alguns.
Em outras palavras, reduz-se generalizadamente o uso de antibióticos sob o argumento, principal, de que isso irá conduzir a uma diminuição do surgimento de bactérias antibiótico-resistentes que representam risco para o homem. Mas, diz a AVMA, trabalho desenvolvido por uma equipe de pesquisadores da UGA - Universidade da Geórgia (EUA) sugere que a limitação de uso de antibióticos nas granjas avícolas tem efeito mínimo no desenvolvimento de bactérias resistentes.
A propósito, a equipe liderada pela Dra. Margie Lee, professora do Colégio de Medicina Veterinária da UGA, constatou que aves criadas sem o uso de antimicrobianos ou mesmo aquelas criadas em um ambiente caracterizado como “laboratorial”, apresentam uma alta concentração de bactérias resistentes aos antimicrobianos convencionais. Conforme a AVMA, o trabalho – publicado na edição de março do journal Applied and Environmental Microbiology – aponta que ao serem alojadas (com um dia de idade), as aves já são portadoras de bactérias resistentes provenientes, possivelmente, do período de incubação do ovo. O estudo foi financiado pela FDA – Administração de Alimentos e Medicamentos e pelo USDA – Departamento de Agricultura dos EUA.
“A questão da resistência bacteriana aos antibióticos é mais complexa do que parece”, afirma a Dra. Lee, acrescendo que os resultados do trabalho desenvolvido por sua equipe sugere que o simples banimento de antibióticos ao nível da produção pode não ser tão eficiente quanto se imagina: “Necessitamos de mais estudos para identificar práticas de manejo que poderiam ser mais eficientes”.
Sobre a evolução dessa questão, a AVMA comenta que a preocupação com o surgimento de organismos resistentes aos antimicrobianos utilizados tanto no tratamento de infecções humanas como animais, levou a União Européia a proibir comercialização e uso de antimicrobianos como promotores de crescimento, medida em vigor desde 2006.
Já nos EUA, a FDA anunciou, em julho de 2005, a proibição do uso do antimicrobiano enrofloxacina por, supostamente, causar o desenvolvimento de resistência da Campylobacter jejuni ao ser utilizado para o tratamento avícola de infecções respiratórias. “Eles proibiram o produto há quase dois anos e se você olhar hoje o nível de resistência da Campylobacter vai notar que não mudou nada”, observa a Dra. Lee.
No momento, conforme a AVMA, o congresso norte-americano avalia uma proposta de legislação para reduzir o uso rotineiro de antimicrobianos na produção animal. A lei, que objetiva restringir o uso de antibióticos ao tratamento médico humano, propõe a proibição, na produção animal, do uso com fins não-terapêuticos de alguns antibióticos específicos.
Clique aqui para acessar o trabalho da equipe da Dra. Margie Lee, publicado na edição de março passado do Applied and Environmental Microbiology.
Governo mudará lei para reduzir gasto dos Estados com aftosa
O governo irá alterar a lei que determina que os Estados precisam arcam com metade da indenização aos pecuaristas que tiverem animais abatidos por conta da febre aftosa. Segundo o ministro Paulo Bernardo (Planejamento), o Ministério da Agricultura passará a ter autonomia para reduzir essa contrapartida.
"No modelo em estudo, vamos dar autonomia ao Ministério da Agricultura para reduzir a contrapartida de 50%", disse, sem explicar se a alteração na lei será feita por medida provisória ou projeto de lei.
Ficará a cargo do Ministério da Agricultura definir em quanto será reduzida essa contrapartida e, consequentemente, em quanto aumentará a participação da União no pagamento dessas indenizações. Por essa razão, Bernardo admitiu que mais recursos deverão ser destinados para a pasta. Ele estima que serão necessários mais R$ 25 milhões.
A redução da contrapartida é uma das medidas do governo para intensificar o combate à aftosa no país, principalmente nas regiões a 150 km das fronteiras, e atende a um pedido do ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes.
O Orçamento da União de 2007 destinou R$ 100 milhões para o Ministério da Agricultura para o combate à febre aftosa. No mês passado, o governo liberou mais R$ 20 milhões para combater a doença em Mato Grosso do Sul --parte dos recursos foi destinada à indenização dos pecuaristas de Eldorado, Mundo Novo e Japorã, que tiveram 24,8 mil animais abatidos comercialmente em 2007.
Entenda
A febre aftosa é uma doença viral altamente contagiosa que afeta gado bovino, búfalos, caprinos, ovinos, cervídeos, suínos e outros animais que possuem cascos fendidos --não afeta eqüídeos (cavalos, asnos, mulas), sendo que os seres humanos raramente são infectados pelo vírus. O animal afetado apresenta uma febre alta, que diminui após dois a três dias, e ferimentos (vesículas) nas mucosas e pele.
A febre aftosa não representa impacto direto na saúde pública. Comer carne contaminada pela doença praticamente não traz risco nenhum à saúde humana, segundo o SIC (Serviço de Informação da Carne), mas sem tratamento (vacina) leva animais à morte.Fonte: Folha online
Quinta-feira, Abril 19, 2007
Gato precisa de banho?

Ao contrário do que muita gente pensa, o gato precisa sim tomar banho constantemente. Além disso, estes felinos adoram relaxar em ofurô, com água a temperatura de 36ºC . Segundo Ivana Carvalho, médica veterinária da Pet Society - a maior empresa de cosméticos para animais de estimação do Brasil - "os gatos devem receber pelo menos um banho a cada quinze dias, mas em casos de alto convívio com pessoas (animais que dormem na cama, por exemplo) eles podem ser banhados até uma vez por semana. É muito importante que o banho seja complementado com escovações freqüentes da pelagem (mínimo duas vezes por semana) para arejar".
O que gera o mito de que gato não precisa de banho é o fato de o animal se lamber. "Podemos considerar que o gato está fazendo uma higienização da pelagem, removendo as sujidades e os pêlos mortos, mas isto também é uma ação que gera muito prazer ao animal sendo um ato de carinho quando ele lambe a pelagem de outro gatinho próximo", revelou a veterinária, que ressaltou: "Isto não é o suficiente porque no nosso clima tropical os gatos soltam muitos pêlos, principalmente os de pelagem longa - Sagrado da Birmânia, Persa - e o habito de se lamber faz com que ingiram estes pêlos formando bolos de pêlos no estômago e muitas vezes no intestino, o que leva a ocorrência de vômitos e muitas vezes obstruções intestinais. Ao se lamberem os gatos espalham sua saliva na pelagem, está saliva é uma das causas de alergia no homem junto com a urina do gato tornando necessária a realização de banhos periódicos para remoção do excesso e pêlos da saliva e de gotículas de urina".
Além disso, a falta de banho pode acarretar doenças nos gatinhos porque "permite o acumulo de pêlos mortos e a ocorrência de nós (êmbolos) na pelagem e isto leva a diminuição da aeração da pelagem e aumenta a possibilidade de problemas de pele com infecções por fungos e bactérias", afirmou a médica veterinária. O excesso também deve ser evitado. "Dar banhos mais de uma vez por semana é prejudicial para a pelagem e para a pele do animal, exceto em casos de prescrição veterinária na qual o animal deva ser tratado com banhos mais freqüentes. O intervalo de pelo menos uma semana deve ser respeitado. Excesso de banhos reduz a camada gordurosa de proteção da pele e pode deixar a pelagem quebradiça em função da secagem com ar quente", alertou Carvalho.
Gato gosta de banho
Gerson Alves, do gatil Pax Deorum, acredita que gostar de banho é uma questão de hábito. "Qualquer animal tem medo do desconhecido, mas uma vez adaptados o medo passa a não existir. Criando o hábito desde pequenos, eles interagem muito bem na hora do banho", afirmou o criador.
Segundo Alves, este é um momento de prazer ao animal. "Eles sempre relaxam após um banho morno, sempre. E dormem muito o resto do dia. A prática do banho deve ser feita com muita cautela e desde que o animal tenha muita confiança em quem está com ele, porque em situações de imersão em água o animal pode sentir-se em situação de perigo e pensar que esta em risco de afogamento e querer sair correndo. É uma questão de apresentar esta nova situação ao animal de forma gradativa e principalmente, sem estresse. Uma vez adaptado, ele com certeza vai poder aproveitar os benefícios do relaxamento", afirmou Alves.
O criador ressaltou a importância do banho. "gato, como qualquer animal doméstico, teve sua origem na natureza, e nesse meio ele não precisaria de banho, mas uma vez colocado em nosso meio, precisamos ajustar seus hábitos aos nossos. Então o banho do gato, como o de qualquer pet, é uma questão de higiene, não só deles, mas principalmente nossa! Uma vez que estamos colocando um animal para freqüentar nossas acomodações.a higiene, evita que este animal venha trazer zoonoses para dentro de casa", afirmou Alves, que é proprietário do gato Baloghshof Jack Frost, um persa branco, eleito pela quarta vez consecutiva o Gato do Ano pela Fife - Federação Internacional Felina Européia.
Rotina de um campeão
Segundo Gerson Alves, existem duas rotinas de banhos: uma de condicionamento e outra de preparação para exposições. "O objetivo da primeira é limpar a pelagem do gato, tratando para que quando for tomar seus banhos de exposições eu consiga o melhor desempenho", disse o criador.
Na rotina de condicionamento, Gerson Alves utiliza produto de shampoo neutro associado a produtos de manutenção de cor tratamentos com máscaras hidratantes, para melhorar textura e flexibilidade do pelo, preservando as pontas dos mesmos.
Os banhos de exposições são mais complicados, exige remoção total da oleosidade que possa existir, e utilização de produtos que garantam textura, brilho e volume de pelagem, além de realce da cor. "A linha cosmética específica para gatos da Pet Society, oferece produtos que atendem a todas as etapas: gel redutor de oleosidade, shampoo para pelagem oleosas, para cores específicas. mousses que ajudam no pentear da pelagem garantindo a maior preservação da mesma, além de ganho substancial de volume, além é claro, de oferecer fragrâncias agradáveis ao ser humano, sem ofender os delicados narizes felinos", afirmou Gerson Alves.
Terça-feira, Abril 17, 2007
O risco da febre aftosa
A importância da Febre Aftosa em saúde pública seria ínfima se não considerássemos sob o ponto de vista social e econômico. Afeta os produtores, empresários e famílias rurais por seus efeitos desfavoráveis sobre a produção, produtividade e rentabilidade pecuária. Incide negativamente nas atividades comerciais do setor agropecuário, prejudicando o consumidor e a sociedade em geral pela interferência que a enfermidade exerce na disponibilidade e distribuição dos alimentos de origem animal, assim como pelas barreiras sanitárias impostas pelo mercado internacional de animais, produtos e subprodutos. E mais, onera os custos públicos e privados, pelos investimentos necessários para sua prevenção, controle e erradicação.

